
Tudo se confirma em 2009: a China posiciona-se definitivamente como o terceiro mercado mundial de arte, a seguir aos Estados Unidos e à Inglaterra e derrotando a França, as fátuas fortunas russas e indianas esfumaram-se, as leiloeiras mundiais souberam defender-se mas não conseguiram vencer a crise. O mercado internacional de arte descentrou-se para Leste, os golpes de marketing dos artistas fizeram as galerias bater no fundo. A prudência está agora instalada no mercado de arte mundial. Os coleccionadores impuseram, desta vez, as suas regras e leiloeiras e galerias tiveram de submeter-se, abandonando a vertigem de preços a que submeteram o mercado nos últimos dez anos. A crise acabou com a euforia especulativa que estava, na verdade, a falsificar preços e artistas.
O mercado de arte foi o último a sofrer os efeitos da crise? Sim, de facto assim foi. Mas foi um fogo-fátuo. O mercado de arte contemporânea (artistas nascidos após 1945) apresentou uma resistência eufórica à crise até Outubro de 2008. A verdade é que o início do séc. XXI marcou o aparecimento dos novos compradores provenientes da Ásia, da Rússia e do Médio Oriente que, aliados à multiplicação de fundos de investimento em arte, hipertrofiaram subitamente os preços na arte contemporânea com uma explosão de 85 por cento no índice de preços entre 2002 e 2008! Daí para cá, a queda foi brutal: 27,1 por cento em 2008, ao que se somam, no primeiro semestre de 2009, outros 4,4 por cento. Estamos de novo em 2006 e, ao que tudo indica, a continuar a recuar.
Expansão e queda
Ainda bem que assim é. Em arte especialmente, não devemos confundir a voracidade de lucros fáceis e imediatos com a perenidade da descoberta de valores novos que se sustentem solidamente em atitudes conceptuais e filosóficas que, essas sim, podem fazer história e merecem posicionar-se em patamares de preço elevados. O valor em arte também é científico, é preciso haver "coisa nova" que mereça a pena coleccionar e valorizar. Tudo o contrário do que se passou entre 2005 e 2008: as grandes leiloeiras aproveitaram o medo instalado nos investidores clássicos do mercado financeiro para produzirem um aterrador aumento de 620 por cento de vendas em martelos milionários, ou seja, de mais de um milhão de euros!
Este boom no mercado da arte foi, assim, a consequência directa da degradação da economia mundial e do afundamento das bolsas de valores europeias e norte-americanas. As mais-valias fáceis foram rapidamente encontradas em novos artistas que, obviamente, não constituíram garantia de valorização. O mercado retoma agora, com prudência, o seu real valor: entre Julho de 2005 e Junho de 2006, sete artistas dividiam entre si 18 martelos milionários, dois anos mais tarde foram 25 a atingir 120 vezes esse limite! Actualmente são umas razoáveis 19 as assinaturas contemporâneas que atingiram esses patamares, originando 72 leilões milionários entre Julho de 2008 e Junho de 2009.
Mesmo assim, ainda falta percorrer um longo caminho de depuração de mercado, afinando investidores e artistas pelo mesmo diapasão. O que já se começa a observar na diminuição progressiva da importância do sector mais especulativo e volátil do mercado da arte que é o da simples especulação dos investidores que apenas procuram adquirir sempre renovadas galinhas de ovos de ouro.
Esta correcção tem a ver também com o desaparecimento súbito das grandes novas fortunas. Entre Outubro de 2008 e Março de 2009, as novíssimas fortunas provenientes da Rússia, da Índia e da Turquia desapareceram literalmente e, à escala mundial, "morreram" 300 novos bilionários até ao final do primeiro trimestre de 2009.
O mercado adapta-se
As grandes instituições não tiveram mais remédio do que adaptar-se ao novo cenário: a banca cessou, de forma geral, os créditos a coleccionadores destinados à compra de obras de arte, o gigante União dos Bancos Suíços extinguiu o seu Conselho de Arte que se dedicava a comprar e vender arte, atrofiaram-se os dólares privados dos Estados Unidos destinados a subsidiar as artes o que, por seu turno, obrigou a uma vaga de extinções massivas de empregos ligados ao sector nos museus mais prestigiados como o Detroit Institute of Arts ou o Museum of Contemporary Art de Los Angeles que, pura e simplesmente, se viu obrigado a despedir 20 por cento do seu pessoal.
Também do lado das grandes feiras internacionais o mercado abriu falências, não se tendo realizado, já em 2008, encontros importantes como a Art Cologne Mallorca, a Art Frankfurt ou a DC Dusseldorf Contemporary e, já em 2009, anularam-se a Scope London, a Scope Hamptons, a Photo London, a Bale Red Dot Art Fair, a Grosvenor House Art & Antiques Fair e a Biennale des Antiquaires de Paris. Uma hecatombe que atingiu igualmente os países mais ricos e emergentes como os Emiratos Árabes Unidos, cuja primeira iniciativa artística de envergadura - a artparis-Abudhabi - só teve duas edições, uma em 2007 e outra em 2008. Esperemos para ver o que resultará, em Dezembro de 2009, da primeira edição, mais prudente e reservada, da Abu Dhabi Art...
Leiloeiras
Mas é nas vendas das grandes leiloeiras internacionais que pode medir-se melhor o actual panorama da arte a nível mundial. E, obviamente também para elas, o mercado falhou a cada nova investida, apesar das inovadoras estratégias para vencer a crise. O desvio das atenções para Leste - especialmente para a China - foi uma dessas estratégias. Só o futuro poderá dar garantias de que sairá ganhadora, já que, por agora, os resultados se mitigam entre o êxito inicial e a correcção de preços em curso.
Ao ter decidido integrar a Organização Internacional de Comércio, a China autorizou a chegada ao seu território das leiloeiras estrangeiras. A Christie's, a Sotheby's e a Bonhams abriram imediatamente antenas em Hong Kong e a Artcurial em Xangai.
Resultado? A China transformou-se imediatamente na terceira potência mundial em arte, destronando a França dessa posição e perfilando-se atrás dos Estados Unidos e da Inglaterra. Ao gigante chinês juntam-se agora Taiwan, a Coreia do Sul, Singapura e Japão, num bloco asiático capaz de fazer frente ao tradicional mercado mundial de arte dominado pelos EUA: pela primeira vez em 2009, este gigantesco bloco asiático consegue um volume de negócios de 130 milhões de euros enquanto o líder americano, particularmente afectado pela crise, se fica pelos 123 milhões e a França, cada vez mais débil, nuns modestos 18 milhões (valores para vendas de arte contemporânea entre 1 de Julho de 2008 e 30 de Junho de 2009).
Mas será este mercado asiático estável? Tudo indica que não, mas as surpresas são mais do que as certezas para os novos investidores. Os números apontam para uma perigosa oscilação que não permite fazer projecções seguras: em Outubro e Novembro de 2008, a Christie's e a Sotheby's registavam, nas suas vendas de arte moderna e contemporânea asiática, uma taxa de retirada, em Hong Kong, de 35 por cento quando, até então, ela se ficara pelos 9 a14 por cento. A sessão da Christie's de Novembro de 2008 foi um autêntico fiasco com 44 por cento das obras apresentadas obrigadas à retirada!
Entre Julho de 2008 e Junho de 2009, a China sozinha perdia assim 63 por cento das vendas em arte contemporânea, passando de 259 milhões de euros no período homólogo anterior para uns escassos 95 milhões.
Contudo, em 6 de Outubro de 2009, a Sotheby's organizou três sessões de arte asiática (20th Century Chinese Art, Modern and Contemporary Asian Paintings e Contemporary Asian Art), oferecendo ao mercado 380 obras de artistas chineses, japoneses, indianos, indonésios e coreanos com uma perspectiva de vendas a rondar os 25 milhões de euros. Aposta ganha com as vendas a atingirem os 28 milhões, com um taxa de retirada a diminuir para os 23 por cento.
Estamos pois a assistir a um reajuste entre a realidade dos negócios em arte e o real valor dos artistas asiáticos. Um mercado fervilhante de novidades, mas nem todas elas a ultrapassar o efémero, longe dos primeiros resultados que prometiam lucros avassaladores e rápidos: entre 2004 e 2008, a arte contemporânea chinesa apresentava uma valorização de preços de 500 por cento, numa oferta galopante que colocou repentinamente os artistas chineses ao nível dos seus contemporâneos ingleses, americanos, alemães e indianos mais cotados.
Hoje, apenas se mantém um punhado de valores seguros, entre os quais Xiaogang Zhang, Minjun Yue e Guogiang Cai. Acabada a era especulativa, o mercado de arte - tanto na China como no resto do mundo - tem tendência a reorganizar-se reagrupando categorias de artistas de acordo com critérios mais sólidos do que os provenientes da simples especulação financeira.
É a essa reorganização de estratégias que estão a dedicar-se intensamente as principais leiloeiras internacionais. "Se não vences a crise, adapta-te" parece ser a palavra de ordem. Sábia, sem dúvida. Mas com que resultados?
Em 2008, o estado de nervosismo geral era a consequência directa de dois factos: por um lado, a eufórica alta de preços a que se assistia na arte contemporânea que atingia valores delirantes e, por outro, a memória do anterior crash do mercado de arte quando os preços caíram 44 por cento entre 1990 e 1992. Tivemos de esperar por 1995 antes de voltarmos a assistir a um período de crescimento.
A euforia de 2008 deu assim lugar à prudência, com os coleccionadores a pressionarem as galerias e as leiloeiras para que não se cometessem os mesmos erros. A reacção foi imediata: as grandes leiloeiras internacionais reajustaram rapidamente as suas estratégias de prevenção de risco diminuindo o número de catálogos distribuídos, baixando os preços de reserva - em Dezembro de 2008, a Christie's International apressou-se a anunciar uma baixa imediata de dez por cento, revendo em baixa as estimativas de preços de licitação, adaptando-se a uma procura de obras de média e baixa gama e colocando um ponto final aos preços garantidos (com excepção das obras topo de gama verdadeiramente excepcionais). Paralelamente, lançaram-se rapidamente em novas políticas de reestruturação interna com o objectivo de diminuir despesas de funcionamento, com fortes reduções de efectivos. A Phillips de Pury chega mesmo a fechar a sua sucursal em Colónia e a Christie's International acaba de abandonar, em Agosto de 2009, o seu projecto de fundo de investimento em arte.
Não podia ser de outro modo. Quanto mais alargado, maior é a possibilidade de o mercado de arte entrar em colapso se não forem tomadas medidas atempadas, reagindo, neste caso, como qualquer outro mercado. É assim, por exemplo, que as empresas leiloeiras se aperceberam da perigosidade que constituía, em contexto de crise, manter o sistema de garantia de preços aos vendedores. Tanto a Christie's como a Sotheby's garantiam os preços, entre Novembro de 2007 e Novembro de 2008, de cerca de metade dos lotes propostos nos leilões de arte contemporânea, o que lhes permitiu apresentar nos seus catálogos grandes obras. Tudo isso faz, hoje, parte do passado.
Relembremos que o sistema de garantia consiste em assegurar um determinado preço ao vendedor, independentemente do resultado do leilão. Em caso de o lote não ser vendido, a leiloeira compromete-se a pagar ao vendedor esse montante fixo pré-estabelecido. Foi, por exemplo, garantindo um preço mínimo a David Rockefeller que a Sotheby's conseguiu levar a leilão a obra White Center de Mark Rothko no leilão de 15 de Maio de 2007 em Nova Iorque, adjudicada por 65 milhões de dólares (48 milhões de euros).
Resultaram estas medidas de controle? Nem por isso, ao que tudo indica. Precisaremos de chegar ao final de 2009 para podermos começar a esboçar certezas. Facto é que mal não fizeram e algumas das medidas tomadas permitiram já que a taxa de obras não vendidas tenha caído, entre o segundo semestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009, cerca de sete por cento. Contudo, a taxa mantém-se alta se a compararmos com os anos anteriores: registaram-se 44,7 por cento de obras de arte contemporânea não vendidas entre Julho de 2008 e Junho de 2009, enquanto essa mesma taxa foi, na média dos cinco anos anteriores, de 34 por cento.
Entre medidas não tomadas, refira-se igualmente, como exemplo determinante, o facto de as leiloeiras não terem baixado o suficiente os seus preços de estimativa de licitação máxima e mínima para as obras que apresentaram. Resultado: 65 por cento das obras contemporâneas foram, em 2008-2009, vendidas abaixo do seu valor de licitação base. Os coleccionadores riram. Em tempo de crise, a arte contemporânea ficava mais acessível, tendo os lotes de obras inferiores a 5 000 euros crescido quase 20 por cento, passando de 50 por cento em Julho de 2007 para 69 por cento em Junho de 2008.
A consequência da crise foi inevitável, apesar do esforço na tomada de medidas reactivas. Entre a explosão do número de obras não vendidas e a queda dos preços, o volume de negócio das casas leiloeiras atrofiou consideravelmente entre o primeiro semestre de 2008 e o primeiro semestre de 2009 apresentando perdas na ordem dos 66,8 por cento. Uma baixa que deve, no entanto, levar em linha de conta o facto de estarmos a comparar números actuais com números do período anterior à crise que se caracterizou, como vimos, por um absurdo e incongruente aumento dos preços. Fiquemos com os números, que falam por si: entre Julho de 2002 e Junho de 2003, a arte contemporânea valia uma média anual de 75,4 milhões de euros e, entre Julho de 2007 e Junho de 2008, 900 milhões! Uma subida insustentável que, por isso, suaviza os números de 2009 porque, agora sim, começamos a falar de preços sérios, livres da especulação financeira pura e dura.
Artistas
E os artistas? Satisfeitos, claro. Mas ansiosos também. As bruscas oscilações produzidas nos preços não podem deixar ninguém indiferente, nem artistas nem coleccionadores. Se a instabilidade não é boa para os negócios, também não o é para a criatividade sendo que, no final das contas, é exactamente dela que aqui se trata.
No boom dos anos anteriores, ficou bem claro um facto: a maioria dos novos mercados entrou de rompante na sustentação do mercado mundial de arte, mas sem segurança. As fortunas russas, agora extintas, deram o pontapé de saída para a expansão dos preços, os novos artistas indianos vivem essencialmente de patrocinadores internos, que os compram no mercado interno e os sustentam no mercado internacional, sem que se faça a benéfica transição de compradores provenientes de várias partes do mundo, única forma verdadeiramente eficaz de garantir carreiras de sucesso a longo prazo. No mercado asiático passa-se o mesmo, essencialmente na China, agora transformada na terceira força do mercado mundial de arte. A verdade, porém, é que a cotação dos artistas chineses é fruto exclusivo, até agora, do extraordinário dinamismo de suporte dos seus compatriotas, ávidos de produzirem mais valias formidáveis à custa dos seus jovens pintores. Não será assim que se consolidarão nem carreiras nem mercados.
O top 50 mundial de vendas até Junho de 2009 revela uma representação de 63 por cento do conjunto dos artistas asiáticos (chineses, japoneses, coreanos e indonésios) no conjunto das assinaturas artísticas internacionais. Na sua primeira entrada em leilões internacionais, os chineses Shanquing Jiang, Ding Shang, Jiaming Wang e Jindong You foram, cada um deles, protagonistas de um leilão a mais de 100 000 euros. Com o mesmo nível de preço, encontramos apenas quatro anglo-saxónicos, os norte-americanos Mark Bradford e Ann Broadaway e os ingleses David Adjaye e Nasser Azam. Curiosamente, a portuguesa Joana Vasconcelos consegue, no final de Junho de 2009, numa Evening Sale da Christie's em Londres, a surpreendente soma de 135 mil libras com a sua peça Coração Independente Dourado (2004).
Quanto à notável resistência do Reino Unido em 2009 em primeiro lugar do ranking mundial com 261 milhões de euros, seguida dos EUA com 123 milhões e da China com 95 milhões (vendas de 1 de Julho de 2008 a 30 de Junho de 2009) - não tenhamos ilusões. Ela deve-se apenas a um nome: Damien Hirst.
Mas até o próprio fenómeno Hirst é paradigmático da fragilidade do mercado no seu global: sozinho - e directamente no mercado secundário, isto é, sem passar pelo mercado das galerias de arte comerciais - Hirst conseguiu, entre Julho de 2008 e Junho de 2009, um maior número de leilões milionários do que todos os artistas contemporâneos presentes nos leilões nos Estados Unidos da América durante o mesmo período. Esta amplitude do fenómeno especulativo não fez mais do que criar ainda mais confusão na classificação real dos verdadeiros locais do mercado internacional de arte, criando artificialidade na ocupação da primeira posição do ranking mundial pela Grã-Bretanha.
Coleccionadores
São agora os coleccionadores que comandam o mercado. Mais atentos e mais prudentes, são eles que dirigem às leiloeiras e às galerias os olhares de reprovação a evitar males especulativos maiores. Mais: é Charles Saatchi, por exemplo, que permite, com o seu forte apoio, a penetração de leiloeira Phillips de Pury & Company na Coreia.
É o mesmo Saatchi que sempre esteve por detrás da fulgurante carreira de Damien Hirst, revelando-o, em 1997, na exposição "Sensation" na Royal Academy de Londres. Hoje, Damien Hirst vale, numa única venda em 2008, 134,7 milhões de euros quando, um ano antes, o seu total de vendas anual fora de 53,4 milhões. É com Saatchi que Hirst se valoriza 996 por cento entre 1998 e 2008!
É ainda Saatchi que, em 2005, revela Peter Doigt com a exposição, na Galeria Saatchi, de "Triomphe de la Peinture", com as suas grandes telas de dois e três metros de envergadura a venderem-se acima dos 100 000 euros. Hoje, Doigt está a ser comprado pelos EUA (sete por cento), Reino Unido (64 por cento), Alemanha (25 por cento), França (dois por cento) e Japão (dois por cento), numa cada vez melhor escalonada estratégia que deu frutos: entre Julho de 2008 e Junho de 2009, as vendas de Peter Doigt atingiram mais de 12 milhões de euros, sendo que apenas duas obras - Night Playground e Night Fishing foram vendidas pela Christie's em Maio e Junho de 2009 pelo valor de três milhões cada. Tudo isto em apenas três anos.
Será que o final de 2009 nos permitirá assistir a mais e melhores exemplos de correctas valorizações no mercado mundial da arte? Ou voltamos a entrar na espiral corrosiva de preços e autores com investidores cada vez menos escrupulosos e artistas emergentes a sonharem apenas com a promoção social inerente ao estrelato especulativo?
Os números da recuperação económica mundial começam a aparecer. Os Estados Unidos saíram oficialmente do período de recessão técnica no terceiro trimestre de 2009, os países europeus estão a sair dela à vez. A evolução de artistas e preços no mercado mundial da arte irá certamente acompanhar essa recuperação. Esperemos que, ambas, no bom sentido.

A propósito de um importante escritório de “laca do Guzarate” para o mercado europeu, circa 1570-1600, da Jorge Welsh Porcelana Oriental e Obras de Arte. De tempos a tempos aparecem...

Qual o destino dado aos postais ilustrados que noutros tempos faziam parte do ritual do viajante e que actualmente se tornaram um objecto kitsch? Qual a actualidade do tema...

O Maxxi (Museo Nazionale delle arti del XXI secolo), primeiro museu de arte contemporânea da cidade de Roma, ficou finalmente concluído após dez anos de obras e será oficialmente...

O mediático escritor italiano Umberto Eco foi recentemente nomeado curador convidado do Museu do Louvre, seguindo-se a Robert Badinter, Toni Morrison, Anselm Kiefer e Pierre Boulez. Antes do seu...

O artista internacionalmente aclamado Olafur Eliasson, que co-desenhou o Serpentine Pavilion em 2007 (Londres), terá novamente nas suas mãos um projecto de arquitectura. A Câmara de Copenhaga pediu ao...